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Perguntas frequentes - faturação

Os consumos de energia elétrica são faturados com base na leitura do contador.
Na ausência de leituras reais do contador, são utilizados modelos de estimativa de consumo que garantem uma faturação fiável.
 
No caso de novos clientes considera-se o consumo padrão de um cliente com a mesma potência contratada e com o mesmo tipo de uso da instalação. Se já for cliente nessa instalação   e já tiver uma leitura após a ligação, o cálculo da estimativa é feito com base no histórico de consumos.

O principal módulo de cálculo de estimativa utilizado é o “Perfil de consumo”.

Este método passa pela aplicação, ao consumo médio diário, de uma ponderação (perfil) diária  que tem em conta a sazonalidade dos consumos e o período de tempo a que corresponde a estimativa. Existem vários tipos de perfis consoante a potência contratada e o consumo anual de energia. Os perfis de consumo são aprovados e publicados anualmente pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
 
Para mais informações sobre os métodos de cálculo de estimativas consulte o Guia de Medição, Leitura e Disponibilização de Dados em www.erse.pt ou em www.edpdistribuicao.pt.
 

O preço do kWh varia em função do nível de tensão (Baixa Tensão Normal, Média Tensão, etc.) e em alguns casos do período do dia em que é efetuado. Para informação detalhada consulte as Tarifas e Horários.

A Taxa ou Encargo de Potência é um valor facturado mensalmente que está associado à potência a disponibilizar para cada instalação. Consulte o tarifário  para obter mais informação sobre os valores em causa.

Pode, basta preencher o formulário de Alterações Contratuais, ou ligar para a linha de apoio comercial  808 505 505 (custo de chamada local) e solicitar a alteração da morada de envio da fatura. 

Entre em contacto com a linha de apoio ao cliente 808 505 505 (custo de chamada local) tendo à mão a sua a sua fatura e a leitura atual do contador. Verificando-se a existência de uma anomalia na faturação, a fatura será ajustada e receberá novo documento com o ajuste... Se preferir pode usar o formulário Reclamação Comercial.

 Consulte a questão: "O que posso fazer para pagar menos electricidade?"

A principal razão prende-se com as estações do ano.
Se verificar o seu histórico anual de consumos, disponível no edpOnline, repara que (provavelmente) nos meses de inverno a sua fatura é maior que no verão. As causas para isso são:

1) Sistemas de aquecimento ligados;
2) Menos horas de luz natural por dia;
3) Mais tempo passado em casa e mais equipamentos utilizados.

Além destas causas naturais, outras poderão fazer aumentar a fatura:

1) Aquisição de novos equipamentos elétricos;
2) Acerto de estimativa com uma leitura real;

 

A faturação de juros de mora/atraso de pagamento, decorre da aplicação da legislação* em vigor e aplica-se sempre que o pagamento de determinada fatura ocorre em data posterior à data limite de pagamento.
Os juros são calculados à taxa de juro legal em vigor, a partir do dia seguinte ao da data limite de pagamento da correspondente fatura, com um valor mínimo de 1,25€.

*Artigo 804º, 805º, 806º do Código Civil
*Artigo 201.º do Regulamento das Relações Comerciais

 

Os encargos de corte e religação, por facto imputável ao Cliente, estão relacionados com os custos em que a EDP Distribuição incorre pela deslocação dos técnicos ao local, para efetuar o corte, ainda que o mesmo não se concretize. Pode existir a deslocação e o corte não se realizar porque, por exemplo, o Cliente mostrou o comprovativo de pagamento que acabou de efetuar. Assim, o pagamento daquela deslocação, é sempre devido.

 

Sempre que agendamos um serviço com o Cliente (substituição de contador, recolha de leitura, etc.) e se verifica incumprimento por ausência de uma das partes, está prevista uma compensação* que será paga por quem foi responsável pela não realização do serviço.

Assim, caso tenha incumprido num agendamento com a EDP, debitar-lhe-emos, numa das faturas seguintes ao incumprimento, a respetiva compensação. Do mesmo modo, se o incumprimento for da responsabilidade da EDP ser-lhe-á creditada, numa das faturas seguintes ao incumprimento, a correspondente compensação**.
*art.º 36 do Regulamento da Qualidade de Serviço, disponível em www.erse.pt
** artº 51 do RQS

 

  1. Identifique a potência (Watt) do equipamento em causa. Normalmente os fabricantes indicam esse valor numa chapa ou etiqueta colocada de lado ou na parte de trás do equipamento. Se não existe essa indicação, mas apenas a intensidade de corrente (Ampere - A) e a tensão (Volt - V) são fornecidos, faça o seguinte cálculo:

    A X V = Watt

    (Em Portugal a tensão da rede é de 230V)
     
  2. Determine o consumo mensal do equipamento, multiplicando os Watts pelo número de horas de utilização mensal do equipamento. Por exemplo, se uma lâmpada fluorescente (36 W) está ligada 8 horas por dia, então por mês estará ligada 240 Horas (8x30 dias). O seu consumo mensal será de:

    Watts X horas utilização = Watts hora por mês
    36 X 240 = 8 640 Watts
     
  3. Determine os Kilowatt hora (kWh) consumidos por mês:

    Watt hora por mês / 1000 = kWh por mês

    8 640 / 1000 = 8,64 kWh
     
  4. Finalmente se quiser saber o custo deste consumo basta multiplicar os kWh por € 0,1011 (no caso da tarifa simples).

    8,64 kWh X 0,1011 = 0,8735 €

 A contribuição para o audiovisual de valor reduzido destina-se a clientes com uma situação de carência económica devidamente comprovada. O processo de identificação dos beneficiários do pagamento desta contribuição de valor reduzido é conduzido pela Direção Geral de Energia e Geologia. Têm direito ao pagamento da contribuição para o audiovisual de valor reduzido os consumidores de eletricidade para uso doméstico beneficiários de um dos seguintes abonos sociais:

     
- Complemento solidário para idosos;
- Rendimento social de inserção;
- Subsídio social de desemprego;
- 1.º escalão do abono de família;
- Pensão social de invalidez.      

A DGEG informa os comercializadores via  ORD/GPMC (operador de rede de distribuição) / (gestor do processo de mudança de comercializador) sobre os clientes que são elegíveis, sem necessidade de pedido por parte do cliente junto do comercializador.

 

Não. A contribuição para o audiovisual incide sobre o fornecimento de energia elétrica, sendo devida mensalmente pelos respetivos consumidores – deve portanto ser paga 12 vezes por ano. Todos os comercializadores de eletricidade estão legalmente obrigados a proceder à cobrança da contribuição para o audiovisual, nas faturas que emitem pelo fornecimento de energia, salvo se os seus clientes se encontrarem isentos do seu pagamento (consumo anual inferior a 400 kWh).


A contribuição para o audiovisual destina-se a assegurar o financiamento do serviço público de radiodifusão e de televisão, constituindo uma receita da Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S.A.
O valor cobrado referente à CAV é entregue à RTP.


 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.